Fomos pousar a câmara a casa e decidimos visitar a capitania da ilha. Como se de uma cidade fantasma se tratasse, entramos a medo, chamando por alguém que nos legitimasse a visita ao interior das oficinas de reparação. Quando contemplávamos uns canhões recuperados e limpos pelos arqueonautas (uns caça tesouros) apareceu o "cubano" que desconfiado fingiu estar tranquilo e que nos permitiu entrada. Como se de uma fotografia do blaufuks se tratasse uma mesa esperava pelo retrato das gavetas empilhadas. foi verdadeiramente artístico e nostálgico imaginar o frenezim que outrora ali devia haver.
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Capitania da Ilha
Fomos pousar a câmara a casa e decidimos visitar a capitania da ilha. Como se de uma cidade fantasma se tratasse, entramos a medo, chamando por alguém que nos legitimasse a visita ao interior das oficinas de reparação. Quando contemplávamos uns canhões recuperados e limpos pelos arqueonautas (uns caça tesouros) apareceu o "cubano" que desconfiado fingiu estar tranquilo e que nos permitiu entrada. Como se de uma fotografia do blaufuks se tratasse uma mesa esperava pelo retrato das gavetas empilhadas. foi verdadeiramente artístico e nostálgico imaginar o frenezim que outrora ali devia haver.
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